Mercado imobiliário e a relação com a economia interna

Com a situação econômica atual, o resfriamento da atividade da construção civil é um dos reflexos deste cenário.

A Confederação Nacional das Indústrias e as imobiliárias concordam com isso, mas destacam que mesmo com um ritmo mais lento, a indústria da construção civil não para por completo, ela continua dando sinais de vida, mesmo que mais lenta.

O desemprego na construção civil ainda é alto, segundo dados do Sindicato da Construção Civil de São Paulo (Sinduscon/SP).

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O setor fechou mais de 400 mil vagas de emprego formais entre outubro de 2015 e outubro deste ano, representando uma redução de 14%.

As maiores quedas foram registradas em Rondônia com 40%, no Pará com 25,9% e no Piauí 21,4%. Em São Paulo foram fechadas 11% das vagas da construção civil no período de 12 meses. Segundo estimativa projetada pela FGV, Ana Maria Castelo, em 2016 o Brasil deve fechar com a queda no nível de emprego em 14%, o que resulta em apenas 2,43 milhões de pessoas trabalhando na área, o mesmo patamar de 2009.

Esta entrada foi publicada em 10 de julho de 2017. Crie um bookmark para o link permanente.